Deixou o bilhete na mesa e saiu. caminhou sem olhar para os lados,veloz e cauteloso, procurando sempre uma sombra na calçada e cada pequena fuga possivel entre um passo e outro ,tentando sempre aperfeiçoar seu talento de mergulhar dentro de si e ficar imune aos barulhos e outras açoes inoportunas de sua volta. Disse que sim,mas na verdade era nao, era a fumaça nos olhos que irritava era estar preso sem ter culpa que o entristecia mas na verdade era culpado,culpado por nao fazer nada em relaçao a estar preso mas o que podia fazer, mal nasceu e ja estava dependente de certos vicios nada naturais , nada sem uma segunda intenção. POIS BEM , Tirou os sapatos e finalmente pisou na areia quente, patinetes,patinetes, férias, outono e tudo aquilo que vinha sem querer ou sem motivo aparente.