domingos quadrados,, gramados verdes vazios muros branco,,dia branco
os bueiros explodem pela manhã áspera ,os aflitos caminham pela alvorada,,
borboletas amarelas ,, vulcão adormecido
a cela voluntária
o homem seu carrasco
na praça , as asas , as malas e os ventos
o pensamento corre solto nos cabelos emaranhados
girafas de plástico assustam a vitrine , a calçada corre apressada ,as ruas não param no sinal vermelho
foi ontem ou sempre que lavei meus sapatos no tanque..
no quintal que nunca tive planto ilusões que nasceram na banheira de água parada
outros,sóis e sombras ,, brilho no escuro ,chama se apaga,brasa na poça ..flor da pele
artérias e assuntos passo raso passo fundo ,carícia e pedra,,miudezas e ideais,, cidade grande cabeças pequenas,,, som dos cantos e dos becos ,,, o futuro se esconde na idade da terra..
os mundos e os muros ,,MERGULHO ,, solsalpele ,, gosto de te ver esperando o ônibus de braços cruzados little girl blue ,,,a sessão de cinema está atrasada a pipoca esfriou,,arde,, os olhos do furacão piscam sem parar,,
giram as pedras portuguesas pelo passeio público,, oceano que me afoga ,
os hipopótamos nos seus viveiros ,, como pipoca e penso no filme que vi ontem na tv
time is on my side,,,
por fora dos bancos de dados,,a paixão se esconde ..no susto,, os insetos no jardim não aparecem na fotografia,,rastros azuis ,, a sombra se esconde por trás do nome,,
os homens se escondem no jornal,,
bom dia, sobre os ombros da cidade ,,os pombos ciscam,,,,nesse caos controlado ,,os pombos ciscam,,,os olhos passam batidos,,corridos ,,fugindo dos outros,, paz na banca de jornal,,novelas levadas a sério,,digam que não estou,nunca estive..
drops de menta
nó na garganta
coca-cola no gargalo
na resma de papel que despenca do oitavo andar
o sol reflete
mais uma aspirina pela goela
no violão falta uma corda,,
não sobrou nada de mim esta manhã que se despede com a chegada do meio dia
recomeço
outro tropeço sem direção
outra canção que não conheço toca no rádio do vizinho
até quando esperar?
blue sunday
os bueiros explodem pela manhã áspera ,os aflitos caminham pela alvorada,,
borboletas amarelas ,, vulcão adormecido
a cela voluntária
o homem seu carrasco
na praça , as asas , as malas e os ventos
o pensamento corre solto nos cabelos emaranhados
girafas de plástico assustam a vitrine , a calçada corre apressada ,as ruas não param no sinal vermelho
foi ontem ou sempre que lavei meus sapatos no tanque..
no quintal que nunca tive planto ilusões que nasceram na banheira de água parada
outros,sóis e sombras ,, brilho no escuro ,chama se apaga,brasa na poça ..flor da pele
artérias e assuntos passo raso passo fundo ,carícia e pedra,,miudezas e ideais,, cidade grande cabeças pequenas,,, som dos cantos e dos becos ,,, o futuro se esconde na idade da terra..
os mundos e os muros ,,MERGULHO ,, solsalpele ,, gosto de te ver esperando o ônibus de braços cruzados little girl blue ,,,a sessão de cinema está atrasada a pipoca esfriou,,arde,, os olhos do furacão piscam sem parar,,
giram as pedras portuguesas pelo passeio público,, oceano que me afoga ,
os hipopótamos nos seus viveiros ,, como pipoca e penso no filme que vi ontem na tv
time is on my side,,,
por fora dos bancos de dados,,a paixão se esconde ..no susto,, os insetos no jardim não aparecem na fotografia,,rastros azuis ,, a sombra se esconde por trás do nome,,
os homens se escondem no jornal,,
bom dia, sobre os ombros da cidade ,,os pombos ciscam,,,,nesse caos controlado ,,os pombos ciscam,,,os olhos passam batidos,,corridos ,,fugindo dos outros,, paz na banca de jornal,,novelas levadas a sério,,digam que não estou,nunca estive..
drops de menta
nó na garganta
coca-cola no gargalo
na resma de papel que despenca do oitavo andar
o sol reflete
mais uma aspirina pela goela
no violão falta uma corda,,
não sobrou nada de mim esta manhã que se despede com a chegada do meio dia
recomeço
outro tropeço sem direção
outra canção que não conheço toca no rádio do vizinho
até quando esperar?
blue sunday
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